Escrever tem sido um exercício e tanto...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Verdadeira Realidade.
Ás vezes penso que estou ficando louca.
Não falo daquela loucura de querer sair pra quebradeira, beber todas ou até mesmo usar drogas. Falo daquela loucura que a gente não vê chegar, que vai consumindo aos poucos, mas que chega a um ponto em que você se depara consigo mesmo criando ilusões que vão completamente contra a sua razão.
Falo de quando tudo o que se quer é passar a tarde no computador vivendo aquela vida virtual que nunca existiu, mas que se tornou mais real do que a verdadeira realidade.
Falo do sentimento de que aquilo alí basta, daquela sensação de que o esforço é desnecessário pois na verdade a sua vida toda já está criada, porém, na verdadeira realidade está tudo dentro da sua mente.
Falo da vontade de ficar só, de se restringir a um número bem limitado de pessoas, de criar vidas paralelas a sua, da mudança repentina de humor.
Eu sempre temi a falta de discernimento entre realidade e fantasia, ultimamente, temo ao cubo.
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sábado, 11 de setembro de 2010

Once you touch me, once you look at my eyes, once you do that tiny lips movement, you make me lose my ground.
Saiam do meu estômago, malditas borboletas.
Postado por Marcela às 20:54 0 comentários
Here comes the storm.

Eu quero mesmo é causar impacto.
Quero cortar o cabelo curto, quero usar a roupa que primeiro me vier à mente, quero não ter que medir palavras, quero não ter que conter vontades.
Sinto que estou me esquecendo de quem sou, de quem eu quero ser. Minhas opiniões já não são minhas, às vezes falo só pra agradar, às vezes rio só pra ser gentil.
Sinto também que tem uma semente aqui dentro querendo sair, querendo ser, mas com medo de não ter força para brotar.
Medos não me aflingiam tanto quanto o fazem agora, a cobrança também não.
Creio que devido a posição a que ocupo não tenho a chance de errar já que no caso eu vivo o erro. Vai ver é mais fácil aceitar O Erro, quando ele não comete muitos.
Ninguém deveria se importar, inclusive eu.
Preciso respirar um pouco do meu ar, isso aqui já está me sufocando.
Ps: ...
Postado por Marcela às 19:39 0 comentários
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
SunShine
Barriga pra baixo, barriga pra cima, pra esquerda, pra direita, de cabeça pra baixo, de cabeça pra cima.
Me reviro e me reviro.
Creio que na minha cabeça os pensamentos sofrem divisão celular.
Quando o sol bater
Na janela do seu quarto
(...)
Tudo é dor
E toda dor vem do desejo
De não sentirmos dor.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
I'd do.

Me preocupa saber que você seria capaz.
Me preocupa MUITO.
It's Heartbreak Warfare
Once you want it to begin
Postado por Marcela às 19:05 0 comentários
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
(In)Direta.
Algo aqui dentro me diz que isso não é somente mais uma das minhas fantasias.
Eu só preciso ser forte e resistente.
Postado por Marcela às 22:25 0 comentários
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Now Spring.

"AUTHOR'S NOTE: The following is a work of fiction.
Any resemblence to persons livind or dead is purely coincitental.
Especially you Jenny Backman.
Bitch."
To die by your side, such a heavenly way to die.
Postado por Marcela às 20:11 0 comentários
(Só)lidão.
Afinal, no fritar dos ovos, ela sempre é a única companhia que nos resta.
Just be pacient.
http://www.youtube.com/watch?v=k7X7sZzSXYs&feature=player_embedded
Postado por Marcela às 17:00 0 comentários
Paps. 08/08/2010
O tempo vai passar e ele vai continuar sendo o Único, o Único a me fazer sentir segurança, o Único a acreditar em mim, o Único a me fazer rir mesmo quando nada tem graça. EU TE AMO MAIS QUE A VIDA, PAI!
Postado por Marcela às 16:52 0 comentários
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
No fear in love.
Postado por Marcela às 14:44 0 comentários
domingo, 18 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Trainspotting
Quão ruim é desejar algo, e ter plena consciência da impossibilidade deste tal querer?
É como se eu estivesse envolvida em uma nebulosa, onde fosse impossível enxergar até mesmo a minha própria mão.
O celular não vai tocar, eu sei que não, mas continuo segurando-o, pois meu inconsciente não se cansa de me perguntar: ‘E se tocar?’
Um segundo é suficiente para que eu me perca em pensamentos e me encontre novamente pensando em você, e então aquele tal sentimento que faz querer suspirar, toma conta. Sinto que brevemente serei obrigada a criar um nome para este sentimento, pois não agüento mais ser mal entendida ao tentar descreve-lo. Talvez eu o batize como ‘Vazio que Enche a Incerteza de Angustia’, ou talvez eu use de sua forma abreviada: VEIA.
Voltando ao foco, eu poderia desenhar agora mesmo seu rosto mantendo meus olhos fechados, tamanha perfeição de minha lembrança.
Surpreendente também é a maneira como o seu nome surge em todos os cantos para onde vou, e como qualquer pausa em um diálogo, abre caminho para que o assunto seja você.
Enfim, já posso sentir a corda envolvendo o meu pescoço. Vejo ao longe placas dizendo que o perigo se encontra logo ali, ouço a multidão se afastar cochichando uns aos outros: ‘Eu avisei, eu avisei!’.
Como ouvi hoje mesmo em uma música ‘This is relationship suicide’, mas agora está feito.
Me sinto um Kamikaze, prestes a sacrificar sua própria vida em nome de ‘não sei quem’, mas SE A DOR É INEVITÁVEL, VOU DEIXAR QUE ELA ME DOA!
Talvez este seja o Mal do Século XXI.
Ps: Não que seja verdade, nem mentira. Mas como eu já disse, quando a vontade de escrever vem, eu não posso simplesmente deixá-la passar.
Ps²: Trainspotting = Tempo gasto em função de algo inútil, perda de tempo.
Postado por Marcela às 22:19 0 comentários
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Twitter da Carência.
O mundo está carente e a maior prova disso é o Twitter. Não acredita? Pois deveria. Uma amiga minha me falou uma vez… Ok, ok, ela “twittou” um @FalaRapha dizendo que: “o Twitter é como o pátio de um manicômio: trocentos loucos falando suas loucuras e, ás vezes, alguém responde”. Acho que não conseguiria descrever melhor o site. O Twitter é um lugar onde milhões de pessoas publicam coisas como “Tomando banho”, “Indo trabalhar”, “Odeio azeitona”, na esperança de um “@” antes do seu nome e alguma resposta como “Que xampu você usa?”, “Bom trabalho” ou “Eu só gosto delas na pizza”. Passamos a “seguir” e sermos “seguidos” por pessoas que, ás vezes, nem conhecemos, mas sabem que ontem você queria locar um DVD de comédia, que hoje você levou coça do seu chefe e que faz meia hora que você está jurando a Nossa Senhora Desatadora dos Nós que vai visitar a sua vó se passar na DP da faculdade. Tudo isso é como uma grande paranóia esquizofrênica virtual! A que ponto chegamos que temos que expressar cada ato mínimo do nosso cotidiano para (des)conhecidos em um site com um limite de 140 caracteres? O desespero pra ser ouvido é tanto que berramos on-line sobre tudo e qualquer coisa, na esperança de resposta? Será que estamos tão carentes assim? Bom, twittem um @FalaRapha e me respondam. Por Rapha: http://paradalesbica.com.br/2009/07/twitter-da-carencia/ Ps: Não gosto muito de postar aqui texto que não sejam meus, mas este mereceu. Ps²: @maarock
Postado por Marcela às 18:27 0 comentários
domingo, 4 de julho de 2010
shh!
Postado por Marcela às 22:23 0 comentários
quinta-feira, 24 de junho de 2010
ai ai.
Será que é pedir muito ?
Se além disso você conseguir lidar comigo até mesmo nos meus dias de tpm, eu prometo que terás tudo isso de volta e em dobro.
Postado por Marcela às 16:12 0 comentários







